segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

AÇO (DC COMICS)

Aço (Steel) é um personagem de Banda Desenhada da norte-americana DC Comics, tendo sido nos anos 90 uma das personagens afro-americanas mais importantes daquela editora.

Histórico

Formado em Física, John Irons descobriu ainda na juventude que tinha talento para criar armas. Contratado pela indústria de armamentos militares AmerTek, John Henry Irons desenvolveu avançados sistemas de armamentos, porém, ele se desiludiu quando percebeu a destruição que suas invenções causavam em mãos erradas. Irons abandonou tudo, destruindo suas anotações e se transformou em um alvo da AmerTek. Assim, Dr. John Henry Irons, Ph.D., assumiu a identidade do trabalhador da construção civil Henry Johnson e se mudou para Metrópolis.
Lá, Irons (como Johnson) encontraria em breve seu destino após escapar da morte quando o Homem de Aço o salvou de uma queda. Irons disse ao Super: - "Devo minha vida a você", o último filho de Krypton respondeu: - "Então tenha certeza que valha a pena". Quando Irons descobriu que uma das armas mais letais que desenvolveu estava nas mãos de gangues de rua, sentiu-se responsável. Modificou o protótipo de uma armadura com capacidade de voo em uma cópia do uniforme do Superman, e inspirado no herói, Irons adotou a identidade de Homem-de-Aço (mais tarde, apenas Aço). Quando o Superman foi morto por Apocalypse. Aço provou seu valor ao ajudar os metahumanos da Terra contra Darkseid na saga "Gênese". Entrou para a LJA, pouco antes do surgimento da Gangue da Injustiça. Em sua primeira missão na Liga sofreu uma desastrosa derrota quando Prometheus, o assassino de heróis, se infiltrou na Torre de Vigilância e sabotou sua armadura computadorizada. Mas o novo mago-tecnológico da LJA logo virou a mesa, forçando Prometheus a fugir após utilizar o seu próprio sistema contra ele. Com a avançada tecnologia da Torre de Vigilância da LJA e seu conhecimento, Aço montou uma oficina na Lua, tornando-se o cientista e construtor oficial da Liga. Lá, Aço tem estudado a tecnologia do tubo de explosão e da Caixa Materna, trazidos de Nova Gênese pelos seus companheiros Órion e Grande Barda.
Após um curto período administrando um hospital em Nova Jersey, Irons e seu alter ego de armadura voltaram para Metrópolis. O projetista de armamentos decidiu retornar para sua vocação original, utilizando todos os seus dons na sua nova Oficina do Aço tecno-forja no Beco do Suicídio. Irons passou a desenvolver tecnologia de controle metahumano não letal para a Unidade de Crimes Especiais da Cidade, auxiliado por sua sobrinha Natasha, que estudava os efeitos à saúde dos protótipos de Irons.
Apesar de estar ocupado com sua dupla jornada como projetista e pai substituto de Natasha, Irons ficava ainda mais feliz ao atender aos chamados do Superman, vestindo a armadura de batalha e usando sua sofisticada marreta ainda como o "outro" Homem-de-Aço.
Após ajudar o Superman a reconstruir a Fortaleza da Solidão, Aço passou a usar uma nova capa adornada com o "S", dada a ele pelo próprio Superman por saber que ele já era merecedor há muito tempo.
Durante a invasão de Imperiex à Terra. Aço foi aparentemente poupado da morte pela entidade Corredor Negro e graças à ciência militar apokolíptica, Irons ressurgiu no momento crucial da batalha, trajando a arma conhecida como Égide Entrópica, que comportava o poder de Imperiex.
Tendo experimentado a morte e a ressurreição, Irons agora prefere ficar trabalhando em seu laboratório. Contudo, sua sobrinha, Natasha passou a usar uma nova versão da armadura do Aço.
Aço
Dados da publicação
Publicado porDC Comics
Primeira apariçãoThe Adventures of Superman n.º 500 (1993)
Criado porLouise Simonson
Jon Bogdanove
Características do personagem
Alter egoJohn Henry Irons
EspécieHumano
AfiliaçõesLiga da Justiça da América
OcupaçãoEngenheiro bélico
Base de operaçõesJersey City, Nova Jersey, EUA
ParentescoNatasha Irons (sobrinha)
Codinomes conhecidosO Homem-de-Aço
HabilidadesGrande gênio e inventor.
Armadura poderosa:
  • Força sobrehumana;
  • Vôo;
  • Durabilidade;
  • Resistência;
  • Armamento variado;
  • Variedade de dispositivos de comunicação.


















MORCEGO HUMANO (DC COMICS)

Morcego Humano é o codinome de Robert Kirkland Langstrom, um supervilão do Universo DC, inimigo do Batman. Foi criado por Frank Robbins e Neal Adams,e sua primeira aparição nos quadrinhos foi em Detective Comics #400 de 1970.
O Morcego Humano, quando em sua forma monstruosa, tem um visual híbrido entre Humano e Morcego, força e resistência sobre-humanas, capacidade de vôo, assim como um sentido de Radar igual ao dos morcegos. Sua transformação pode ser controlada por ele, como pode ser contra sua vontade, isto dependendo da situação e época. Do mesmo modo, há períodos em que a mente de Langstrom está plenamente consciente e sob o controle durante a forma Morcego, quando ele ajuda Batman no combate ao crime; e épocas em que ele se torna uma fera instintiva e muito perigosa.

História

Kirk era um cientista especialista no estudo de morcegos, até o dia em que desenvolveu um soro capaz de dar aos humanos poderes como a audição e a visão dos morcegos, além da capacidade de voar.
Na versão original pré-Crise, Kirk era um fã do Homem Morcego e queria obter os poderes de um Homem Morcego de verdade, não esperando que, contra sua vontade, ganhasse aspecto monstruoso. Ele usou o soro em si mesmo, pensando que poderia controlar a mutação, mas se transformou num monstro híbrido de humano e morcego. Nos seu primeiros confrontos com Batman,ele estava tentando roubar um produto das Empresas Wayne capaz de inverter sua transformação, e, por compaixão, Bruce Wayne aplica o antídoto em Langstrom. Mas, depois de um certo tempo, ele faz umas modificações no seu soro, que o permite se transformar em humano ou em morcego na hora que bem quiser, porém, ele fica viciado no soro e não consegue mais se livrar dele.
Na na versão de sua origem, criada após a Maxi Série Zero Hora, Kirk criara a fórmula por ser surdo, querendo corrigir seu sistema auditivo. Mas o experimento dá errado e ele se torna um monstro irracional.
Atualmente, Kirk conseguiu controlar seu impulso assassino, por conta da ajuda de Batman e Barbara Gordon, a Oráculo. Eventualmente contribui com o combate ao crime em Gotham City. Ele é casado com Francine Langstrom, tendo filhos com ela. Eventualmente, todos os membros da família conseguem se tornar em Morcegos Humanos.

































 

domingo, 6 de dezembro de 2015

HOWARD O PATO (MARVEL COMICS)

Howard, o Pato (Howard the Duck no original) é um personagem de HQs criado por Steve Gerber para a editora Marvel Comics.
Sua série mostra as desventuras de um pato humanóide de péssimo temperamento que está preso num mundo dominado por humanos. As histórias de Howard são geralmente paródias de filmes de ficção científica e fantasia, contando com um texto afiado e combinando experimentações bastante em metalinguagem. Em 1986, a Lucas Arts produziu um filme sobre o personagem.

Publicação

A década de 1970 foi na verdade uma grande transição da alegria colorida, das revoluções (sexual, feminista, étnica…), do psicodelismo da década de 1960 para os anos 80, no qual tais revoluções perderam seus sentidos. Como o "irmão do meio", os "70" ainda conservavam muito da psicodelia da década anterior, agora readaptada a um novo contexto social e oferecida para o consumo. Um ambiente além da transparência política, afinal é de um mundo pós-Vietnã que estamos falando. É claro que tais mudanças sociais, cedo ou tarde, acabariam se manifestando nos quadrinhos. Foi exatamente isto que aconteceu

Personagem

Criado por Steve Gerber para ser coadjuvante em uma série de histórias apresentadas na revista Homem-Coisa, Howard era uma espécie de versão adulta do Pato Donald. Até o típico mau humor do amigo do Mickey Mouse estava presente em seus diálogos e suas breves aparições acabaram por chamar a atenção dos fãs, o que resultou no lançamento de sua própria revista em janeiro de 1976, com direito a uma participação especial do Homem-Aranha.
Howard é oriundo de outra realidade. Sua passagem para a dimensão dos heróis Marvel se deu literalmente por um acidente de percurso. Recrutado pelo mago Dakimh para ajudá-lo a derrotar um inimigo, acabou caindo em um abismo interdimensional e foi parar em Cleveland, onde tenta desesperadamente se tornar um herói e assim ganhar um emprego na polícia, a partir daí começam as aventuras do personagem.
O escritor e criador de Howard, Steve Gerber, tenta a todo momento demonstrar o quanto o personagem é diferente do meio que o circunda, desde a aparência física ao modo de pensar, fazendo com que tudo passe a ser estranho aos olhos do Pato e, conseqüentemente, ao dos leitores. Ainda se aproveitando deste ponto de vista diferenciado, o escritor destila uma série de comentários/críticas sobre a realidade social norte-americana da década de 1970. Assim assuntos como religião e política eram criticados através de situações esdrúxulas, mais ou menos como os Simpsons fazem hoje em dia.
Um dos grandes charmes da série original do personagem (principal fonte de sua fama) eram os vilões, pois Gerber usava e abusava de sua criatividade na hora de elaborá-los. Assim o público foi brindado com verdadeiras pérolas como Pro-Rata, o mago financeiro (sátira ao empresários de Wall Street) ou o Reverendo John Moon Yuc (uma sátira ao reverendo Moon e sua Igreja da Unificação). De todos, o que mais se destacou foi o famigerado Dr. Bong uma espécie de cópia do Dr. Destino, porém com o diferencial: utilizar uma máscara em forma de sino que também era usado como arma.
Da mesma maneira que o Homem-Aranha tinha Mary Jane e Superman, Lois Lane, Howard tinha Beverly, uma jovem ruiva apresentada aos leitores já na primeira edição da série mensal. Gerber sempre tomou um certo cuidado com a relação de ambos os personagens e por vezes até insinua que algo mais entre os dois do que simples amizade. Bervely inclusive é a razão do ódio de Dr. Bong por Howard, Bong é apaixonado pela companheira de Howard, chegando a obrigá-la a se casar com ele para salvar a vida do Pato em uma das edições da revista.
Gerber criava roteiros rápidos e dinâmicos, geralmente se prendendo a histórias curtas e auto-suficientes, ou seja, não espalhava a conclusão por diversos números da revista. É claro que fez algumas concessões em relação a isto, como no caso do já citado casamento de Beverly e Dr. Bong ou na candidatura de Howard à presidência do EUA, arco este que contou com a participação dos Defensores (na época constituídos por Falcão Noturno, Dr. Estranho, Valquiria e Hulk). Mas mesmo assim as histórias de Howard não tinham um eixo central, como por exemplo a dos X-Men, as coisas apenas aconteciam com os personagens de forma bastante semelhante ao formato da série de TV Seinfeld. Se isto não bastasse a revista ainda contava como desenhista regular, ninguém menos que Gene Colan.
O roteiro desafiador e a narrativa original de Howard não tardaram a conquistar uma gama de fãs dotando-o de certa notoriedade. Tendo em vista este cenário, Steve Gerber entrou na justiça contra a Marvel exigindo os direitos do personagem, alegando algumas violações legais por parte da editora. O processo se arrastou através dos anos e Gerber, decepcionado com o tratamento que vinha recebendo, resolve abandonar a revista na edição de número 29. Bill Mantlo assume seu posto e tenta dar continuidade à revista, no entanto as vendas já não eram tão satisfatórias quanto as de outrora e os editores da Marvel resolvem descontinuar a revista na edição 31.
Ainda assim o personagem possuía uma legião de fãs sedentos por novas histórias. Percebendo isto, meses mais tarde é lançado Howard the Duck em formato magazine (igual ao das primeiras Paninis), em preto e branco e de peridiocidade bimestral. Nesta revista o roteirista Bill Mantlo resolveu apostar em uma abordagem mais aventureira para o personagem deixando a paródia social em segundo plano, o que não parece ter agradado aos fãs de Howard. A revista durou apenas nove edições.
O fim da revista bimestral do personagem o colocou na geladeira por quase dois anos até que a revista Bizarre Adventures #34 trouxe uma curta historia do personagem escrita por Steven Grant, onde um deprimido Howard prestes a cometer suicido acaba sendo salvo por um anjo. Após a historia o personagem caía novamente no limbo editorial da Marvel, e ali teria continuado se não fosse por Hollywood.
Impulsionado pela exposição do filme, a Marvel resolveu dar mais uma chance ao personagem ressucitando a sua antiga revista mensal - até a antiga numeração foi mantida - agora sob a batuta de Steven Grant. O retorno do público foi muito aquém do esperado e no segundo número o escritor foi substituído por Christopher Stager e Val Mayerik, outro fracasso retumbante. Logo a revista do personagem foi cancelada em definitivo no número 33

Status

As primeiras histórias de Howard serviram de inspiração para toda uma geração de artistas, principalmente no meio underground. Um dos casos mais perceptíveis deste fato foi a reformulação do Byrne da Mulher-Hulk, onde as referências a série original do pato eram tantas que, quando o Byrne resolveu deixar a revista, os editores da Marvel resolveram chamar Steve Gerber para o seu lugar. O escritor aproveitou a oportunidade para tirar sua criação máxima do ostracismo editorial e trouxe Howard para um arco de história. O roteiro, um confronto entre a dupla e a raça conhecida como os críticos, uma espécie de vigias que criticam os eventos que observam. Desnecessário dizer que os fãs do personagem adoraram.
Nos anos 90, Howard ganhou status de cult e tinha algumas aparições esporádicas como em Spider-Man Team-up. Mas o que fez com que seu nome voltasse a circular foi uma aparição na revista Geração X, em que o personagem aparecia como um motorista de caminhão, tudo isto graças a uma intervenção do desenhista Chris Bachalo, fã declarado do personagem. O sucesso foi tanto que mais tarde o personagem estreou uma minissérie ao lado de Franklin Richards e Homem-Coisa intitulada Daydreamers. Após isso o personagem só voltou recentemente em outra minissérie do selo Max, escrita por Steve Gerber. A história contida na revista ignorava qualquer coisa publicada após o número 29 da revista mensal do personagem (segundo o próprio escritor) e foi considerado como um dos materiais mais perturbadores lançados pela Marvel. A série recebeu algumas criticas muito boas, porém não teve um retorno de público suficiente para justificar uma nova revista mensal. A Marvel anunciou novas revistas do personagem, deverão sair em dezembro de 2014, e tem uma equipe de roteiristas e desenhistas excelentes.
Howard, o Pato



Dados da publicação
Publicado por Marvel Comics
Primeira aparição Adventure into Fear #19 (dezembro de 1973)
Criado por Steve Gerber
Val Mayerik
Características do personagem
Alter ego Howard
Espécie Pato antropomórfico
Terra natal Duckworld
Afiliações Defensores
Habilidades Mestre em Quack-Fu.










HOWARD O PATO (MARVEL COMICS)

Howard, o Pato (Howard the Duck no original) é um personagem de HQs criado por Steve Gerber para a editora Marvel Comics.
Sua série mostra as desventuras de um pato humanóide de péssimo temperamento que está preso num mundo dominado por humanos. As histórias de Howard são geralmente paródias de filmes de ficção científica e fantasia, contando com um texto afiado e combinando experimentações bastante em metalinguagem. Em 1986, a Lucas Arts produziu um filme sobre o personagem.
Ele fez uma participação especial na cena pós-creditos do filme dos Guardiões da Galaxia.

Publicação

década de 1970 foi na verdade uma grande transição da alegria colorida, das revoluções (sexual, feminista, étnica…), do psicodelismo da década de 1960 para os anos 80, no qual tais revoluções perderam seus sentidos. Como o "irmão do meio", os "70" ainda conservavam muito da psicodelia da década anterior, agora readaptada a um novo contexto social e oferecida para o consumo. Um ambiente além da transparência política, afinal é de um mundo pós-Vietnã que estamos falando. É claro que tais mudanças sociais, cedo ou tarde, acabariam se manifestando nos quadrinhos. Foi exatamente isto que aconteceu

Personagem

Criado por Steve Gerber para ser coadjuvante em uma série de histórias apresentadas na revista Homem-Coisa, Howard era uma espécie de versão adulta do Pato Donald. Até o típico mau humor do amigo do Mickey Mouse estava presente em seus diálogos e suas breves aparições acabaram por chamar a atenção dos fãs, o que resultou no lançamento de sua própria revista em janeiro de 1976, com direito a uma participação especial do Homem-Aranha.
Howard é oriundo de outra realidade. Sua passagem para a dimensão dos heróis Marvel se deu literalmente por um acidente de percurso. Recrutado pelo mago Dakimh para ajudá-lo a derrotar um inimigo, acabou caindo em um abismo interdimensional e foi parar em Cleveland, onde tenta desesperadamente se tornar um herói e assim ganhar um emprego na polícia, a partir daí começam as aventuras do personagem.
O escritor e criador de Howard, Steve Gerber, tenta a todo momento demonstrar o quanto o personagem é diferente do meio que o circunda, desde a aparência física ao modo de pensar, fazendo com que tudo passe a ser estranho aos olhos do Pato e, conseqüentemente, ao dos leitores. Ainda se aproveitando deste ponto de vista diferenciado, o escritor destila uma série de comentários/críticas sobre a realidade social norte-americana da década de 1970. Assim assuntos como religião e política eram criticados através de situações esdrúxulas, mais ou menos como os Simpsons fazem hoje em dia.
Um dos grandes charmes da série original do personagem (principal fonte de sua fama) eram os vilões, pois Gerber usava e abusava de sua criatividade na hora de elaborá-los. Assim o público foi brindado com verdadeiras pérolas como Pro-Rata, o mago financeiro (sátira aos empresários de Wall Street) ou o Reverendo John Moon Yuc (uma sátira ao reverendo Moon e sua Igreja da Unificação). De todos, o que mais se destacou foi o famigerado Dr. Bong uma espécie de cópia do Dr. Destino, porém com o diferencial: utilizar uma máscara em forma de sino que também era usado como arma.
Da mesma maneira que o Homem-Aranha tinha Mary Jane e SupermanLois Lane, Howard tinha Beverly, uma jovem ruiva apresentada aos leitores já na primeira edição da série mensal. Gerber sempre tomou um certo cuidado com a relação de ambos os personagens e por vezes até insinua que algo mais entre os dois do que simples amizade. Bervely inclusive é a razão do ódio de Dr. Bong por Howard, Bong é apaixonado pela companheira de Howard, chegando a obrigá-la a se casar com ele para salvar a vida do Pato em uma das edições da revista.
Gerber criava roteiros rápidos e dinâmicos, geralmente se prendendo a histórias curtas e auto-suficientes, ou seja, não espalhava a conclusão por diversos números da revista. É claro que fez algumas concessões em relação a isto, como no caso do já citado casamento de Beverly e Dr. Bong ou na candidatura de Howard à presidência do EUA, arco este que contou com a participação dos Defensores (na época constituídos por Falcão NoturnoDr. EstranhoValquiria e Hulk). Mas mesmo assim as histórias de Howard não tinham um eixo central, como por exemplo a dos X-Men, as coisas apenas aconteciam com os personagens de forma bastante semelhante ao formato da série de TV Seinfeld. Se isto não bastasse a revista ainda contava como desenhista regular, ninguém menos que Gene Colan.
O roteiro desafiador e a narrativa original de Howard não tardaram a conquistar uma gama de fãs dotando-o de certa notoriedade. Tendo em vista este cenário, Steve Gerber entrou na justiça contra a Marvel exigindo os direitos do personagem, alegando algumas violações legais por parte da editora. O processo se arrastou através dos anos e Gerber, decepcionado com o tratamento que vinha recebendo, resolve abandonar a revista na edição de número 29. Bill Mantlo assume seu posto e tenta dar continuidade à revista, no entanto as vendas já não eram tão satisfatórias quanto as de outrora e os editores da Marvel resolvem descontinuar a revista na edição 31.
Ainda assim o personagem possuía uma legião de fãs sedentos por novas histórias. Percebendo isto, meses mais tarde é lançado Howard the Duck em formato magazine (igual ao das primeiras Paninis), em preto e branco e de peridiocidade bimestral. Nesta revista o roteirista Bill Mantlo resolveu apostar em uma abordagem mais aventureira para o personagem deixando a paródia social em segundo plano, o que não parece ter agradado aos fãs de Howard. A revista durou apenas nove edições.
O fim da revista bimestral do personagem o colocou na geladeira por quase dois anos até que a revista Bizarre Adventures #34 trouxe uma curta historia do personagem escrita por Steven Grant, onde um deprimido Howard prestes a cometer suicido acaba sendo salvo por um anjo. Após a historia o personagem caía novamente no limbo editorial da Marvel, e ali teria continuado se não fosse por Hollywood.
Impulsionado pela exposição do filme, a Marvel resolveu dar mais uma chance ao personagem ressucitando a sua antiga revista mensal - até a antiga numeração foi mantida - agora sob a batuta de Steven Grant. O retorno do público foi muito aquém do esperado e no segundo número o escritor foi substituído por Christopher Stager e Val Mayerik, outro fracasso retumbante. Logo a revista do personagem foi cancelada em definitivo no número 33

Status

As primeiras histórias de Howard serviram de inspiração para toda uma geração de artistas, principalmente no meio underground. Um dos casos mais perceptíveis deste fato foi a reformulação do Byrne da Mulher-Hulk, onde as referências a série original do pato eram tantas que, quando o Byrne resolveu deixar a revista, os editores da Marvel resolveram chamar Steve Gerber para o seu lugar. O escritor aproveitou a oportunidade para tirar sua criação máxima do ostracismo editorial e trouxe Howard para um arco de história. O roteiro, um confronto entre a dupla e a raça conhecida como os críticos, uma espécie de vigias que criticam os eventos que observam. Desnecessário dizer que os fãs do personagem adoraram.
Nos anos 90, Howard ganhou status de cult e tinha algumas aparições esporádicas como em Spider-Man Team-up. Mas o que fez com que seu nome voltasse a circular foi uma aparição na revista Geração X, em que o personagem aparecia como um motorista de caminhão, tudo isto graças a uma intervenção do desenhista Chris Bachalo, fã declarado do personagem. O sucesso foi tanto que mais tarde o personagem estreou uma minissérie ao lado de Franklin Richards e Homem-Coisa intitulada Daydreamers. Após isso o personagem só voltou recentemente em outra minissérie do selo Max, escrita por Steve Gerber. A história contida na revista ignorava qualquer coisa publicada após o número 29 da revista mensal do personagem (segundo o próprio escritor) e foi considerado como um dos materiais mais perturbadores lançados pela Marvel. A série recebeu algumas criticas muito boas, porém não teve um retorno de público suficiente para justificar uma nova revista mensal. A Marvel anunciou novas revistas do personagem, deverão sair em dezembro de 2014, e tem uma equipe de roteiristas e desenhistas excelentes.

Notas

  • O fato de Howard passar uma boa parte da minissérie do selo MAX transformado em outras espécies não é um mero exercício de criatividade do autor, e sim a decorrência de um problema legal com a Disney, pois havia um contrato que impunha transformações no personagem a fim de eliminar semelhanças com o Pato Donald. Todavia, Gerber não gostou nem um pouco do visual permitido e resolveu transformar o personagem.
  • Na edição número 2 da revista bimestral, a equipe criativa de Howard é obrigada a mudar o visual do personagem (cumprindo o contrato assinado com a Disney), assim surge Wally Sidney (Sim, uma paródia de Walt Disney), que obriga o personagem a usar calças.
  • O visual rato da série MAX foi inspirado por outra publicação de Gerber e Gene Colan, Stewart o rato.
  • Em 1985, Gerber foi chamado pela Marvel para voltar a escrever uma revista mensal de Howard. Apesar de aceitar o convite, intervenções editoriais fizeram com que ele desistisse da idéia. Segundo consta, o escritor pretendia fazer uma grande paródia com os maiores crossovers da época, como Crise nas Infinitas Terras. Também estava em seus planos mostrar sua própria versão do Duckworld com personagens como Duck Strange e outros. O roteiro do que seria o primeiro número desta série se encontra disponível no site do autor.
  • Gerber parece ser fixado por patos. Além de Howard, ele criou (em conjunto com Jack Kirby) o Destroyer Duck para a editora Eclipse e Leonard the Duck para a editora Image.
  • Ainda sobre Destroyer Duck, ele foi uma criação de Gerber para levantar fundos para bancar sua batalha legal contra a Marvel.
  • O arco de Mulher-Hulk escrito por Gerber que conta com a participação de Howard foi desenhado por um jovem e, na época, desconhecido chamado Brian Hitch.
  • Além dos já citados encontros com Homem-Aranha, Mulher-Hulk e Defensores, o personagem já teve encontros com o Son of Satan, Gambit, Coisa e até mesmo com a banda de rock Kiss. Também devemos citar a "fusão" do personagem com o Lobo no mega-cross DC vs Marvel.
  • Em Marvel Zombies vs. Army of Darkness, um Howard zumbi pode ser visto mordendo Ash Williams (da série Uma Noite Alucinante).
  • Na minissérie "Deadpool mata o universo Marvel", Howard aparece assado e servido em uma bandeja.

Howard, o Pato
Dados da publicação
Publicado porMarvel Comics
Primeira apariçãoAdventure into Fear #19 (dezembro de 1973)
Criado porSteve Gerber
Val Mayerik
Características do personagem
Alter egoHoward
EspéciePato antropomórfico
Terra natalDuckworld
AfiliaçõesDefensores
Habilidades
  • Mestre em Quack-Fu.
  • Manipulaçao Magica.
  • Força Sobre-Humana.
  • Capaz de usar Varios Tipos de Arma.



CIBORGUE DC COMICS

Ciborgue é um personagem norte americano da companhia de quadrinhos DC Comics. Ex-líder dos Novos Titãs e membro fundador da Liga da Justiça desde o reboot dos Novos 52 em Agosto de 2011. Victor era um atleta de futebol americano que numa explosão perdeu grande parte de seu corpo, e graças ao seu pai cientista, conseguiu substituir a massa perdida por componentes robóticos e tornou-se um ciborgue. Cyborg também é um dos membros fundadores dos Titãs na série de TV Os Jovens Titãs.

Enredo

Filho único dos cientistas Silas e Elionore Stone, Victor Stone cresceu cercado pela ciência, sendo induzido a seguir a carreira dos pais, pois eles descobriram que Vic possuía um Q.I. de 170. Entretanto o garoto não teve uma infância normal, justamente por seus pais se dedicarem totalmente à ciência. Quando jovem, Vic começou a se relacionar com o encrenqueiro Ron Evers, metendo-se em problemas diversas vezes. Mas Vic continuou amigo de Ron, pois se sentia muito só e sem a atenção de seus pais.
Por insistência de Elionore, Silas permitiu que Victor frequentasse uma escola pública. Assim, o garoto fez muitos amigos e começou a desenvolver seu potencial atlético. Neste tempo, Vic conheceu sua primeira namorada, Marcy Reynolds. Victor treinava arduamente na esperança de se ingressar nos Jogos Olímpicos. Seu pai se irritou, pois seus planos para Victor eram outros. Queria que seu filho fosse um cientista, o que acarretou num relacionamento conturbado entre os dois. Um dia, Vic decidiu visitar seus pais nos Laboratórios S.T.A.R.. Silas e Elionore trabalhavam em dois projetos: Estudo e observação de outras dimensões e desenvolvimento de peças cibernéticas para serem usadas em soldados deficientes. Ao observar outra dimensão, Silas permitiu acidentalmente que uma criatura surgisse de uma barreira interdimensional. A entidade matou Elionore e deixou Victor gravemente ferido.
Desesperado com a situação, Silas não queria que seu filho tivesse o mesmo destino da mãe. Decidiu reconstituir o corpo dele com os protótipos em estudo. Utilizou aço reforçado, polímeros especiais e plástico. Vic sobreviveu e Cyborg nasceu. Irritado com seu pai e com sua situação atual, Vic se isolou da sociedade, mudando-se para a “Cozinha do Inferno”, local onde Ravena encontrou Vic e o convidou a se juntar aos Titãs. Satisfeito por seu filho estar se relacionando com o grupo, Silas construiu a Torre Titã e a deu de presente a ele e seus amigos. Alguns meses mais tarde, Silas veio a falecer devido a um envenenamento radioativo. Neste tempo, Vic se reconciliou com o pai e permaneceu junto dele até o final.
Com o tempo, Victor nutriu uma amizade íntima com o amigo Garfield Logan (Mutano). Conheceu também Sarah Simms, que trabalhava com crianças deficientes. As crianças tinham Victor como exemplo devido às suas próteses cibernéticas. Sarah e Victor se tornaram íntimos, entretanto nunca se relacionaram como namorados.

Mais tarde

Houve tentativas em substituir as peças cibernéticas por Promethium e por uma pele artificial, mas o corpo de Victor rejeitou as próteses. Neste período, Vic conheceu a Dra. Sarah Charles dos Laboratórios S.T.A.R.. Apaixonaram-se e iniciaram um romance. E também apareceram seus avós paternos, Tucker e Maude. Vic nutria um ressentimento por eles, pois não acompanharam sua infância e não compareceram ao funeral de seu próprio filho, Silas Stone. Entretanto, após uma longa conversa eles se entenderam. Os avós transformaram-se num suporte importante para a vida de Victor. Mais tarde, Sarah recebeu uma oferta para trabalhar nos Laboratórios S.T.A.R. da Costa Oeste. Isto abalou o relacionamento entre ela e Victor, mas superaram e continuaram o namoro à distância. Logo após estes eventos, membros antigos e atuais dos Titãs foram capturados pela Sociedade Gnu por razões desconhecidas. Exterminador, Tróia, Asa Noturna, Pantha, Fantasma e Arella se uniram ao resgate do grupo. Ficaram chocados ao descobrir que o líder dos Gnus era Joseph Wilson, seu amigo. Durante o conflito, foi lançado um foguete que continha em seu interior Victor Stone. O foguete caiu na Rússia. Com isso, os Titãs restantes se dirigiram à Rússia e lá encontraram outro amigo, Leonid Kovar, o Estrela Vermelha. Victor sofreu consequências decorrentes da queda do foguete. Um grupo de cientistas russos fez o possível para reconstituir Victor, mas não conseguiram recuperar sua mente. O novo corpo de Vic era mais volumoso e possuía novas habilidades, entretanto não interagia com as demais pessoas. Os Titãs voltaram aos EUA para encontrarem uma cura para Vic e tentar resgatar os outros amigos. O grupo derrotou os Gnus, mas perdeu Arella e Danny Chase. Ainda assim, Vic permaneceu inoperante.

Cyberion

Os Titãs encontraram, mais tarde, uma raça ciber-alienígena conhecida como Technis, que viajava pela galáxia explorando e catalogando dados. Estavam morrendo e precisavam de um humano, uma alma para sobreviverem. Elegeram Victor como receptáculo, fundindo-se ao Titã. Com isso, Victor passou a se chamar Cyberion e possuía um novo corpo. Victor viajou com a raça pela galáxia como seu protetor. Mais tarde, Cyberion se reuniu aos seus amigos num conflito interestelar, o qual destruiu Tamaran. Logo após, Ravena, Mínion e Garfield se uniram a Victor em sua viagem pela galáxia. Tempos depois, Garfield e Jarras decidiram cancelar a viagem. Jarras presenteou Victor com seu traje bélico, o Omegadromo. Este traje permitiu a Vic reconstruir o Império de Technis. Victor capturou uma variedade de “entulhos” de tecnologia de outros planetas. Dirigiu-se à Terra e decidiu transformar nossa Lua em um o novo planeta Technis, povoando-a com seus amigos Titãs. A LJA e os Titãs se uniram para impedir Victor. Conseguiram abrigar a alma de Victor no Omegadromo, recuperando assim sua sanidade e se tornando novamente Cyborg. Então os cinco fundadores dos Titãs decidiram reformar o grupo e convidaram Vic a se integrar. Victor aceitou e se juntou aos Titãs mais uma vez. Vic descobriu que Sarah estava se relacionando com um técnico dos Laboratórios S.T.A.R., DeShawn. Durante uma batalha com Tartarus e C.O.L.M.E.I.A., Vandal Savage ofereceu a Victor um novo corpo se o ajudasse a colher o sangue imortal de Adeline Kane. Antes de tomar qualquer decisão, Estelar destruiu o corpo de Adeline, impedindo Victor a fazer a escolha.

Voltando a ser humano

Asa Noturna, com a ajuda de Jesse Quick, resolveu ajudar Victor a encontrar uma nova “cura” para seu estado. Foram bem sucedidos. Victor recebeu um novo corpo, clonado de suas células originais, que foram coletadas pelos russos durante sua estada naquele país. Embora sua mente e habilidades cibernéticas estivessem interligadas ao Omegadromo, Victor possuía novamente um corpo biológico. E, pela primeira vez em anos, Victor pôde sentir-se humano novamente. Mudou-se para a Costa Oeste dos EUA, deixando os Titãs. Victor ajudou Flash durante “Mundos em Guerra” e resolveu retomar suas atividades como herói, mudando-se para Keystone City. Na tentativa de deter uma entidade demoníaca cibernética, que atacava a cidade, Victor teve seu corpo mecanicamente paralisado, revertendo, então, a seu corpo antigo prateado.
Mais tarde, um conglomerado conhecido como Optitron ofereceu patrocínio aos Titãs e à Justiça Jovem. Durante a proposta, uma garota cibernética vinda do futuro, Índigo, ativou um dos androides do Superman, acarretando nas mortes de Donna Troy e Lilith. No funeral de Donna, Dick dissolveu os Titãs.
Diante dos fatos, os membros da Justiça Jovem, especialmente Moça-Maravilha, sentiram-se responsável pelas mortes. Assim, Cyborg, Estelar e Mutano decidiram fundar novamente o grupo e orientar Superboy, Robin e Moça-Maravilha. Cyborg recebeu novas peças para seu corpo após o conflito com Índigo. Os Titãs se estabeleceram e tornaram-se um grupo coeso. Quando a equipe foi atacada pelo novo irmão sangue, que possuía poderes sobrenaturais e a ameaça de Jericó, o filho do vilão exterminador que possuía o poder de tomar corpos, Vic usou seu HardWare para aprisionar Jericó dentro dele. Durante um confronto com o doutor luz, Cyborg ativou uma nova contingência e criou escudos solares para sua armadura, que ficou negra. Após voltar ao normal, Vic foi atacado e semi-destruído por um Superboy controlado por Lex Luthor. Vic decidiu ajudar Donna Troy, que ressuscitou em um confronto estelar e, durante a Crise Infinita, que foi promovida por Superboy Primordial e Alex Luthor, Victor acabou destruído novamente. Foi desativado por um ano e depois voltou aos Titãs, ajudando a reconstituir o grupo.

Os Novos 52

A partir de Agosto de 2011, Cyborg é caracterizado como um dos principais personagens da nova série em curso da Liga da Justiça escrita por Geoff Johns e desenhada por Jim Lee como parte dos Novos 52.
Após o reboot, Victor Stone é apresentado como uma estrela do futebol americano no Ensino Médio fortemente procurado por olheiros universitários, mas que aparentemente possui uma relação distante de sue pai, Silas. Depois de ganhar um grande jogo, Victor é mostrado com raiva por seu pai ter quebrado novamente a promessa de assistir seus jogos. Mais tarde, Victor aparece nos Laboratórios S.T.A.R., onde seu pai trabalha. Os cientistas ali presentes trabalham na Caixa Materna encontrada por Superman com uma parademônio. Victor se envolve em uma discussão com o pai e se entristece quando Silas diz que nunca irá a nenhum de seu jogos. Só então a caixa Materna explode matando vários dos cientistas e destruindo a maior parte do corpo de Victor. Silas, juntamente com a estagiária Sarah Charles, usa a tecnologia do Quarto Vermelho, uma sala com as mais avançadas tecnologias do universo já encontradas na Terra, para salvar seu filho. A vida de Vic é salva e a energia da Caixa Materna é incorporada à sua nova forma como Cyborg. Isso permite a Victor acessar a vasta biblioteca de dados dos Novos Deuses e descobrir os verdadeiros planos de invasão de Darkseid.
Superman, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Cyborg se unem contra as forças de Darkseid e o mandam de volta pra Apokolips. Logo após a batalha, os sete ficam conhecidos com Liga da Justiça.
Cyborg morreu em batalha em DC Sneak Peek: Cyborg #1 (2015), mas voltou à vida na mesma edição.
Cyborg
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Dados da publicação
Publicado por DC Comics
Primeira aparição DC Comics Presents #26
Criado por Marv Wolfman
George Pérez
Características do personagem
Alter ego Victor Stone
Espécie Ciborgue
Afiliações Liga da Justiça, Novos Titãs
Parentesco Silas Stone (pai), Elionore Stone (mãe)
Situação presente Ativo
Codinomes conhecidos Cyberion
Homem-Robô
Habilidades O corpo cibernético de Cyborg possui;
  • Força sobre-humana
  • Velocidade sobre-humana
  • Durabilidade sobre-humana
  • Voo: Através de jatos
  • Armas integradas
  • Teletransporte
  • Sensores
  • Respirar embaixo d'água: Seu pulmão humano foi substituído por um pulmão cibernético